A página de EMRC do Agrupamento de Escolas Dr. Guilherme Correia de Carvalho(Seia) desde 10 de janeiro de 2013
Total de visualizações de página
sexta-feira, 22 de abril de 2016
EMRC... VIVE XIX ENCONTRO INTERESCOLAS
ESTIVEMOS LÁ!
No dia 19 de abril, a cidade da Guarda foi palco do XIX Encontro Diocesano Interescolas de EMRC, este ano sob o lema “EMRC abre o coração à misericórdia”.
No dia 19 de abril, a cidade da Guarda foi palco do XIX Encontro Diocesano Interescolas de EMRC, este ano sob o lema “EMRC abre o coração à misericórdia”.
Embora em tempo de primavera o sol não nos tenha sorrido, os 650 alunos participantes no evento alegraram e desfrutaram animadamente dos dois momentos altos constantes do Programa.
O momento de celebração alusivo ao Ano Jubilar da Misericórdia, na Sé Catedral, foi significativo como momento recordatório da necessidade de estar atento ao outro e do perdão que se prende intrinsecamente com a maneira de ser misericordioso. Para chegar à Porta Santa, recordou D. Manuel Felício, cada pessoa deverá fazer, segundo as próprias forças, uma peregrinação. Esta será sinal de que a própria misericórdia é uma meta a alcançar que exige empenho e sacrifício por parte de todos.
E porque na misericórdia temos a prova de como Deus ama – Ele dá tudo de si mesmo – à semelhança do período da manhã, durante a tarde, alunos e professores envolvidos deram também o melhor de si para que também este Encontro fosse marco e ficasse gravado nos nossos corações… no coração da EMRC. Tentou-se fazer deste momento uma expressão de novas relações com os alunos, os professores, os voluntários, com a Natureza Mágica, com Deus… um espaço para encontro fraterno. Já no espaço NERGA, a partilha do farnel, o reencontro de amigos e conhecidos, os jogos e o sarau cultural, com animados momentos musicais e de dança, fizeram esquecer as intempéries e o barulho das bátegas de chuva que teimaram em cair durante todo o dia.
Remando contra todas as adversidades, não esquecemos que cada vez que tomamos consciência da felicidade, aprendemos a vencer o desânimo pela esperança e renasce em nós o desejo de amar e viver os desafios da EMRC. Este foi mais um!
Um agradecimento a todos os que tornaram possível este Encontro.
Isabel Almeida
No coração registámos a seguinte mensagem:
"Felizes os que arriscam pela verdade. Queremos, Senhor, semear os teus gestos ao jeito do teu amor. Reveste o nosso coração de sentimentos de misericórdia e bondade".
Um agradecimento a todos os que tornaram possível este Encontro.
Isabel Almeida
No coração registámos a seguinte mensagem:
"Felizes os que arriscam pela verdade. Queremos, Senhor, semear os teus gestos ao jeito do teu amor. Reveste o nosso coração de sentimentos de misericórdia e bondade".
sexta-feira, 15 de abril de 2016
XIX ENCONTRO DIOCESANO INTERESCOLAS
Programa
9h 45m – Acolhimento no Jardim José de Lemos.
10h 15m – Caminhada para a Catedral – Entrada pela Porta Santa da Misericórdia.
10h 45m – Celebração da misericórdia presidida por D. Manuel Felício.
Apresentação das escolas/agrupamento de escolas devidamente identificadas com a mensagem relacionada
com o lema deste ano.
11h 45m – Saída em autocarro para o parque Polis (ou Pavilhão NERGA, caso esteja a chover)
12h – Atividades radicais e insufláveis.
13h – Almoço Livre
14h 15m – Tarde recreativo/cultural no “PALCO DE TALENTOS EMRC”: Música, teatro, dança, magia…
15h 20m – Divulgação dos vencedores das olimpíadas do conhecimento EMRC e atribuição de prémios.
15h 30m – Construção do Coração humano "EMRC abre o coração à misericórdia", de mãos dadas.
–
Distribuição de brinde a todos os participantes
– Despedida
quinta-feira, 24 de março de 2016
FALAR DA PÁSCOA
Falar
da Páscoa significa falar de uma das festas mais antigas, e a principal festa
do ano litúrgico cristão.
A
Páscoa cristã celebra a ressurreição de Jesus Cristo, que de acordo com os
relatos evangélicos ocorreu três dias após a sua morte, e morte de cruz.
É
comum em todas as igrejas cristãs este domingo ser um dia diferenciado dos
outros por se comemorar a ressurreição, a vitória daquele que do sepulcro saiu
vitorioso – embora em cada domingo se celebre a Páscoa.
Se
queremos falar de toda a quadra pascal, temos de fazer referência à última ceia
de Jesus com os discípulos, à sua prisão, julgamento, condenação, crucifixão,
morte e ressurreição. A celebração inicia no domingo de Ramos, lembrando a
entrada triunfal de Jesus em Jerusalém, e que dá inicio à Semana Santa ou
Semana Maior, culminando o Tríduo pascal no domingo de Páscoa, a festa da vida
nova.
Falar
de Páscoa significa também falar de tradições, mas vamo-nos dando conta que as
antigas tradições da Páscoa estão a ser esquecidas ou mal interpretadas. A
preocupação volta-se mais para o material do que para o real significado da
data. As vivências da vida moderna e a capacidade de marketing transformaram a
Páscoa, e outras festas cristãs, numa festividade eminentemente comercial; de uma
festividade religiosa passou-se a um tempo de negócio. Aproveitam-se antigas
tradições não para enriquecimento cultural e religioso, mas para tirar partido,
aumentar lucros.
Para
se comemorar a verdadeira Páscoa, a da harmonia e do perdão pregados por Cristo,
é necessário uma renovação interior, promover os valores que conduzem à paz
universal.
Que
ao menos esta Páscoa seja um pretexto para promover os valores da amizade, da
confraternização e da reconciliação, essencialmente entre os que nos são
próximos.
Que esta seja a nossa Páscoa!
(Isabel Almeida)
SÍMBOLOS DA PÁSCOA
Falar da Páscoa significa falar da morte e ressurreição de
Jesus Cristo, e com ela surgem símbolos e tradições relacionadas com o começo de uma vida
nova.
As amêndoas simbolizam a vida; de uma semente que morre,
nasce uma nova planta – a amendoeira.
O ovo simboliza a vida, representa o nascimento e a
renovação; à semelhança de Cristo, transforma-se para dar origem a uma nova
vida – o pintainho.
O círio pascal simboliza a luz – a luz de Cristo que a todos
ilumina.
O coelho, pela sua fecundidade, simboliza universalidade.
Cristo morreu e ressuscitou por muitos, que o mesmo é dizer, por todos.
O folar representa a amizade e a reconciliação entre
padrinhos e afilhados.
Os sinos representam a alegria. Anunciam que Cristo
ressuscitou. Cante-se aleluia!
Ana Nércio e Ana Valente,
EMRC 6ºA
Tradições da época pascal
A Páscoa em Portugal comemora-se com amêndoas.
Na Alemanha é costume as famílias decorarem árvores com ovos
pintados. Há árvores que chegam a ter mais de 9 mil ovos.
No Reino Unido, é costume comer e oferecer pãezinhos doces,
com passas e especiarias, chamados «hot cross buns».
Em França, os sinos não tocam desde Quinta-feira Santa até
ao Domingo de Páscoa. Acredita-se que são os sinos que trazem os ovos de chocolate.
Na Grécia, os ovos são decorados com uma única cor:
vermelho. As pessoas trocam ovos que serão usados para decorar bolos.
Na Polónia é costume, na segunda-feira de Páscoa, haver
lutas de água nas ruas.
Na Ucrânia, os ovos de Páscoa têm decorações muito
elaboradas e são trocados em família.
Nos Estados Unidos da América, as crianças e os pais
juntam-se em parques e jardins para encontrarem ovos escondidos.
Na Suécia, é tradição antiga ser uma lebre a trazer os ovos
de chocolate às famílias.
Na Austrália, onde os coelhos são considerados praga, quem
traz os ovos é o bilby. É habitual os pais oferecerem aos filhos um bilby de
chocolate.
(Recolha de alunos de EMRC)
terça-feira, 15 de março de 2016
Ensino: Papa anunciou vencedora do prémio de «melhor professor do mundo» e pede respeito pela profissão
O Papa anunciou no
passado domingo, dia 13 de março, o nome da vencedora do prémio de ‘melhor
professor do mundo’, que em 2016 distinguiu a palestina Hanan Al Hroub, durante
o IV Fórum Mundial sobre Educação que decorre no Dubai.
Numa videomensagem aos
participantes no encontro, Francisco elogiou todos os professores, que
considerou “artesãos de humanidade, construtores da paz e do encontro”.
O Papa agradeceu à
Fundação Varkey pelo seu apoio aos professores de todo o mundo no esforço de
criar “uma sociedade global sustentável”, bem como pela colaboração com as
‘Scholas Occurrentes’, a rede internacional de instituições de ensino a que
Jorge Mario Bergoglio deu início em Buenos Aires.
“Juntos é possível dar
aos professores o merecido reconhecimento pelo grande impacto que têm na nossa
vida”, declarou, e devolver a esta profissão o seu devido lugar como “a mais
respeitada da sociedade”.
Francisco felicitou a
professora Hanan Al Hroub pela distinção recebida e pela importância que
atribui às brincadeiras na educação das crianças, em particular para ajudá-las
a superar situações traumáticas.
"As crianças têm
o direito de brincar. Parte da educação é ensiná-las a brincar, porque no jogo
aprende-se a socialização e a alegria de viver", sustentou.
A professora, que
leciona numa escola secundária em Al-Bireh, na Cisjordânia, nasceu e cresceu em
um campo de refugiados palestinos.
O pontífice argentino
recordou as situações de guerra e outros motivos que impedem o acesso ao
sistema de ensino, afirmando que “um povo não educado” é “um povo que decai”.
Após a transmissão da
mensagem do Papa, foi plantada uma oliveira, como símbolo da paz.
In Ecclesia
quinta-feira, 3 de março de 2016
domingo, 17 de janeiro de 2016
CARTA DO PAPA FRANCISCO AOS ADOLESCENTES
Queridos
adolescentes!
A Igreja está a viver o Ano Santo da
Misericórdia, um tempo de graça, paz, conversão e alegria que abrange a todos:
pequenos e grandes, próximos e afastados. Não há fronteiras nem distâncias que
possam impedir à misericórdia do Pai de nos alcançar, tornando-se presente no
meio de nós. A Porta Santa já está aberta em Roma e em todas as dioceses do
mundo.
Este tempo precioso abrange também a
vós, queridos adolescentes, pelo que me dirijo a vós para vos convidar a
participar nele, a tornar-vos seus protagonistas descobrindo-vos filhos de Deus
(cf. 1Jo 3, 1). Gostaria de vos convidar um por um, gostaria de vos chamar pelo
nome, como faz Jesus cada dia, porque – como bem sabeis – os vossos nomes estão
escritos no Céu (Lc
10, 20), esculpidos no coração do Pai, que é o Coração
Misericordioso donde nasce toda a reconciliação e toda a doçura.
O Jubileu é um ano inteiro no qual se
diz santo cada momento, para que toda a nossa existência se torne santa. É uma
ocasião para descobrirmos que viver como irmãos é uma grande festa, a mais bela
que se pode sonhar, a festa sem fim que Jesus nos ensinou a cantar através do
seu Espírito. Para a festa do Jubileu, Jesus convida mesmo a todos, sem fazer
distinções nem excluir ninguém. Por isso, desejei viver também convosco alguns
dias de oração e de festa. Assim espero-vos, em grande número, no próximo mês
de abril.
«Crescer misericordiosos como o Pai» é
não só o título do vosso Jubileu, mas também a oração que
fazemos por todos vós, recebendo-vos em nome de Jesus. Crescer misericordiosos
significa aprender a ser corajosos no amor prático e desinteressado, significa
tornar-se grande tanto no aspeto físico, como no íntimo de cada um. Estais a
preparar-vos para vos tornardes cristãos capazes de escolhas e gestos
corajosos, capazes de construir cada dia, mesmo nas pequenas coisas, um mundo
de paz.
A vossa idade é um período de mudanças
incríveis, em que tudo parece, ao mesmo tempo, possível e impossível. Com
grande incitamento, vos repito: «Permanecei firmes no caminho da fé, com segura
esperança no Senhor. Aqui está o segredo do nosso caminho! Ele dá-nos a coragem
de ir contra a corrente. Podeis crer: isto fortalece o coração, já que ir
contra a corrente requer coragem e Ele dá-nos esta coragem! Com Ele, podemos
fazer coisas grandes; Ele nos fará sentir a alegria de sermos seus discípulos,
suas testemunhas. Apostai nos grandes ideais, nas coisas grandes. Nós,
cristãos, não somos escolhidos pelo Senhor para coisas pequenas; ide sempre
mais além, rumo às coisas grandes. Jogai a vida por grandes ideais!» (Homilia no Dia dos Crismandos no Ano da Fé,
28 de abril de 2013).
Não posso esquecer aqueles de vós,
adolescentes, que viveis em contextos de guerra, pobreza extrema, transtorno
diário, abandono. Não percais a esperança! O Senhor tem um grande sonho a
realizar juntamente convosco. Os amigos da vossa idade, que vivem em condições
menos dramáticas do que as vossas, lembram-se de vós e comprometem-se por que a
paz e a justiça possam pertencer a todos. Não acrediteis nas palavras de ódio e
terror que se repetem com frequência; pelo contrário, construí novas amizades.
Oferecei o vosso tempo, preocupai-vos sempre por quem vos pede ajuda. Sede
corajosos, contra a corrente; sede amigos de Jesus, que é o Príncipe da paz (cf. Is 9, 6):
«tudo n’Ele fala de misericórdia. N’Ele, nada há que seja desprovido de
compaixão» (Misericordiae Vultus, 8).
Sei que nem todos vós podereis vir a
Roma, mas o Jubileu é verdadeiramente para todos e será celebrado também nas
vossas Igrejas locais. Estais todos convidados para este momento de alegria!
Não prepareis apenas as mochilas e os dísticos; preparai sobretudo o vosso
coração e a vossa mente. Meditai bem nos desejos que confiareis a Jesus no
sacramento da Reconciliação e na Eucaristia, que celebraremos juntos. Quando
passardes pela Porta Santa, lembrai-vos de que vos comprometeis a tornar santa
a vossa vida, a alimentar-vos do Evangelho e da Eucaristia, que são a Palavra e
o Pão da vida, para poderdes construir um mundo mais justo e fraterno.
Que o Senhor abençoe cada um dos vossos
passos para a Porta Santa. Sobre vós imploro o Espírito Santo, para que vos
guie e ilumine. Que a Virgem Maria, que é Mãe de todos, seja para vós, para as
vossas famílias e para todos aqueles que vos ajudam a crescer em bondade e
graça, uma verdadeira Porta da Misericórdia.
Vaticano, na solenidade da Epifania do
Senhor, 6 de janeiro de 2016.
FRANCISCO
Subscrever:
Mensagens (Atom)
