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sexta-feira, 22 de abril de 2016

Video sobre o 19º ENCONTRO EMRC - diocese da Guarda


EMRC... VIVE XIX ENCONTRO INTERESCOLAS

ESTIVEMOS LÁ!


No dia 19 de abril, a cidade da Guarda foi palco do XIX Encontro Diocesano Interescolas de EMRC, este ano sob o lema “EMRC abre o coração à misericórdia”. 
Embora em tempo de primavera o sol não nos tenha sorrido, os 650 alunos participantes no evento alegraram e desfrutaram animadamente dos dois momentos altos constantes do Programa. 
O momento de celebração alusivo ao Ano Jubilar da Misericórdia, na Sé Catedral, foi significativo como momento recordatório da necessidade de estar atento ao outro e do perdão que se prende intrinsecamente com a maneira de ser misericordioso. Para chegar à Porta Santa, recordou D. Manuel Felício, cada pessoa deverá fazer, segundo as próprias forças, uma peregrinação. Esta será sinal de que a própria misericórdia é uma meta a alcançar que exige empenho e sacrifício por parte de todos.
E porque na misericórdia temos a prova de como Deus ama – Ele dá tudo de si mesmo – à semelhança do período da manhã, durante a tarde, alunos e professores envolvidos deram também o melhor de si para que também este Encontro fosse marco e ficasse gravado nos nossos corações… no coração da EMRC. Tentou-se fazer deste momento uma expressão de novas relações com os alunos, os professores, os voluntários, com a Natureza Mágica, com Deus… um espaço para encontro fraterno. Já no espaço NERGA, a partilha do farnel, o reencontro de amigos e conhecidos, os jogos e o sarau cultural, com animados momentos musicais e de dança, fizeram esquecer as intempéries e o barulho das bátegas de chuva que teimaram em cair durante todo o dia. 
Remando contra todas as adversidades, não esquecemos que cada vez que tomamos consciência da felicidade, aprendemos a vencer o desânimo pela esperança e renasce em nós o desejo de amar e viver os desafios da EMRC. Este foi mais um!

Um agradecimento a todos os que tornaram possível este Encontro.

                                                                 Isabel Almeida


No coração registámos a seguinte mensagem: 
"Felizes os que arriscam pela verdade. Queremos, Senhor, semear os teus gestos ao jeito do teu amor. Reveste o nosso coração de sentimentos de misericórdia e bondade".

                             

sexta-feira, 15 de abril de 2016

XIX ENCONTRO DIOCESANO INTERESCOLAS




Programa

9h 45m – Acolhimento no Jardim José de Lemos. 

10h 15m – Caminhada para a Catedral – Entrada pela Porta Santa da Misericórdia.

10h 45m – Celebração da misericórdia presidida por D. Manuel Felício.
Apresentação das escolas/agrupamento de escolas devidamente identificadas com a mensagem relacionada com o lema deste ano.

11h 45m – Saída em autocarro para o parque Polis (ou Pavilhão NERGA, caso esteja a chover)

12h – Atividades radicais e insufláveis.

13h – Almoço Livre

14h 15m – Tarde recreativo/cultural no “PALCO DE TALENTOS EMRC”: Música, teatro, dança, magia…

15h 20m – Divulgação dos vencedores das olimpíadas do conhecimento EMRC e atribuição de prémios.


15h 30m – Construção do Coração humano "EMRC abre o coração à misericórdia", de mãos dadas.
– Distribuição de brinde a todos os participantes 
– Despedida 

quinta-feira, 24 de março de 2016

FALAR DA PÁSCOA

Falar da Páscoa significa falar de uma das festas mais antigas, e a principal festa do ano litúrgico cristão.
A Páscoa cristã celebra a ressurreição de Jesus Cristo, que de acordo com os relatos evangélicos ocorreu três dias após a sua morte, e morte de cruz.
É comum em todas as igrejas cristãs este domingo ser um dia diferenciado dos outros por se comemorar a ressurreição, a vitória daquele que do sepulcro saiu vitorioso – embora em cada domingo se celebre a Páscoa.
Se queremos falar de toda a quadra pascal, temos de fazer referência à última ceia de Jesus com os discípulos, à sua prisão, julgamento, condenação, crucifixão, morte e ressurreição. A celebração inicia no domingo de Ramos, lembrando a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém, e que dá inicio à Semana Santa ou Semana Maior, culminando o Tríduo pascal no domingo de Páscoa, a festa da vida nova.
Falar de Páscoa significa também falar de tradições, mas vamo-nos dando conta que as antigas tradições da Páscoa estão a ser esquecidas ou mal interpretadas. A preocupação volta-se mais para o material do que para o real significado da data. As vivências da vida moderna e a capacidade de marketing transformaram a Páscoa, e outras festas cristãs, numa festividade eminentemente comercial; de uma festividade religiosa passou-se a um tempo de negócio. Aproveitam-se antigas tradições não para enriquecimento cultural e religioso, mas para tirar partido, aumentar lucros.
Para se comemorar a verdadeira Páscoa, a da harmonia e do perdão pregados por Cristo, é necessário uma renovação interior, promover os valores que conduzem à paz universal.
Que ao menos esta Páscoa seja um pretexto para promover os valores da amizade, da confraternização e da reconciliação, essencialmente entre os que nos são próximos.
Que esta seja a nossa Páscoa!
                                                                  (Isabel Almeida)


SÍMBOLOS DA PÁSCOA

Falar da Páscoa significa falar da morte e ressurreição de Jesus Cristo, e com ela surgem símbolos e tradições relacionadas com o começo de uma vida nova.

As amêndoas simbolizam a vida; de uma semente que morre, nasce uma nova planta – a amendoeira.

O ovo simboliza a vida, representa o nascimento e a renovação; à semelhança de Cristo, transforma-se para dar origem a uma nova vida – o pintainho.

O círio pascal simboliza a luz – a luz de Cristo que a todos ilumina.

O coelho, pela sua fecundidade, simboliza universalidade. Cristo morreu e ressuscitou por muitos, que o mesmo é dizer, por todos.

O folar representa a amizade e a reconciliação entre padrinhos e afilhados.

Os sinos representam a alegria. Anunciam que Cristo ressuscitou. Cante-se aleluia!

                                            Ana Nércio e Ana Valente,
                                                                            EMRC 6ºA

Tradições da época pascal

A Páscoa em Portugal comemora-se com amêndoas.

Na Alemanha é costume as famílias decorarem árvores com ovos pintados. Há árvores que chegam a ter mais de 9 mil ovos.

No Reino Unido, é costume comer e oferecer pãezinhos doces, com passas e especiarias, chamados «hot cross buns».

Em França, os sinos não tocam desde Quinta-feira Santa até ao Domingo de Páscoa. Acredita-se que são os sinos que trazem os ovos de chocolate.

Na Grécia, os ovos são decorados com uma única cor: vermelho. As pessoas trocam ovos que serão usados para decorar bolos.

Na Polónia é costume, na segunda-feira de Páscoa, haver lutas de água nas ruas.

Na Ucrânia, os ovos de Páscoa têm decorações muito elaboradas e são trocados em família.

Nos Estados Unidos da América, as crianças e os pais juntam-se em parques e jardins para encontrarem ovos escondidos.

Na Suécia, é tradição antiga ser uma lebre a trazer os ovos de chocolate às famílias.

Na Austrália, onde os coelhos são considerados praga, quem traz os ovos é o bilby. É habitual os pais oferecerem aos filhos um bilby de chocolate. 

                                                                                        (Recolha de alunos de EMRC) 

terça-feira, 15 de março de 2016

Ensino: Papa anunciou vencedora do prémio de «melhor professor do mundo» e pede respeito pela profissão

O Papa anunciou no passado domingo, dia 13 de março, o nome da vencedora do prémio de ‘melhor professor do mundo’, que em 2016 distinguiu a palestina Hanan Al Hroub, durante o IV Fórum Mundial sobre Educação que decorre no Dubai.
Numa videomensagem aos participantes no encontro, Francisco elogiou todos os professores, que considerou “artesãos de humanidade, construtores da paz e do encontro”.
O Papa agradeceu à Fundação Varkey pelo seu apoio aos professores de todo o mundo no esforço de criar “uma sociedade global sustentável”, bem como pela colaboração com as ‘Scholas Occurrentes’, a rede internacional de instituições de ensino a que Jorge Mario Bergoglio deu início em Buenos Aires.
“Juntos é possível dar aos professores o merecido reconhecimento pelo grande impacto que têm na nossa vida”, declarou, e devolver a esta profissão o seu devido lugar como “a mais respeitada da sociedade”.
Francisco felicitou a professora Hanan Al Hroub pela distinção recebida e pela importância que atribui às brincadeiras na educação das crianças, em particular para ajudá-las a superar situações traumáticas.
"As crianças têm o direito de brincar. Parte da educação é ensiná-las a brincar, porque no jogo aprende-se a socialização e a alegria de viver", sustentou.
A professora, que leciona numa escola secundária em Al-Bireh, na Cisjordânia, nasceu e cresceu em um campo de refugiados palestinos.
O pontífice argentino recordou as situações de guerra e outros motivos que impedem o acesso ao sistema de ensino, afirmando que “um povo não educado” é “um povo que decai”.
Após a transmissão da mensagem do Papa, foi plantada uma oliveira, como símbolo da paz.

In Ecclesia

domingo, 17 de janeiro de 2016

CARTA DO PAPA FRANCISCO AOS ADOLESCENTES

Queridos adolescentes!

A Igreja está a viver o Ano Santo da Misericórdia, um tempo de graça, paz, conversão e alegria que abrange a todos: pequenos e grandes, próximos e afastados. Não há fronteiras nem distâncias que possam impedir à misericórdia do Pai de nos alcançar, tornando-se presente no meio de nós. A Porta Santa já está aberta em Roma e em todas as dioceses do mundo.
Este tempo precioso abrange também a vós, queridos adolescentes, pelo que me dirijo a vós para vos convidar a participar nele, a tornar-vos seus protagonistas descobrindo-vos filhos de Deus (cf. 1Jo 3, 1). Gostaria de vos convidar um por um, gostaria de vos chamar pelo nome, como faz Jesus cada dia, porque – como bem sabeis – os vossos nomes estão escritos no Céu (Lc 10, 20), esculpidos no coração do Pai, que é o Coração Misericordioso donde nasce toda a reconciliação e toda a doçura.
O Jubileu é um ano inteiro no qual se diz santo cada momento, para que toda a nossa existência se torne santa. É uma ocasião para descobrirmos que viver como irmãos é uma grande festa, a mais bela que se pode sonhar, a festa sem fim que Jesus nos ensinou a cantar através do seu Espírito. Para a festa do Jubileu, Jesus convida mesmo a todos, sem fazer distinções nem excluir ninguém. Por isso, desejei viver também convosco alguns dias de oração e de festa. Assim espero-vos, em grande número, no próximo mês de abril.
«Crescer misericordiosos como o Pai» é não só o título do vosso Jubileu, mas também a oração que fazemos por todos vós, recebendo-vos em nome de Jesus. Crescer misericordiosos significa aprender a ser corajosos no amor prático e desinteressado, significa tornar-se grande tanto no aspeto físico, como no íntimo de cada um. Estais a preparar-vos para vos tornardes cristãos capazes de escolhas e gestos corajosos, capazes de construir cada dia, mesmo nas pequenas coisas, um mundo de paz.
A vossa idade é um período de mudanças incríveis, em que tudo parece, ao mesmo tempo, possível e impossível. Com grande incitamento, vos repito: «Permanecei firmes no caminho da fé, com segura esperança no Senhor. Aqui está o segredo do nosso caminho! Ele dá-nos a coragem de ir contra a corrente. Podeis crer: isto fortalece o coração, já que ir contra a corrente requer coragem e Ele dá-nos esta coragem! Com Ele, podemos fazer coisas grandes; Ele nos fará sentir a alegria de sermos seus discípulos, suas testemunhas. Apostai nos grandes ideais, nas coisas grandes. Nós, cristãos, não somos escolhidos pelo Senhor para coisas pequenas; ide sempre mais além, rumo às coisas grandes. Jogai a vida por grandes ideais!» (Homilia no Dia dos Crismandos no Ano da Fé, 28 de abril de 2013).
Não posso esquecer aqueles de vós, adolescentes, que viveis em contextos de guerra, pobreza extrema, transtorno diário, abandono. Não percais a esperança! O Senhor tem um grande sonho a realizar juntamente convosco. Os amigos da vossa idade, que vivem em condições menos dramáticas do que as vossas, lembram-se de vós e comprometem-se por que a paz e a justiça possam pertencer a todos. Não acrediteis nas palavras de ódio e terror que se repetem com frequência; pelo contrário, construí novas amizades. Oferecei o vosso tempo, preocupai-vos sempre por quem vos pede ajuda. Sede corajosos, contra a corrente; sede amigos de Jesus, que é o Príncipe da paz (cf. Is 9, 6): «tudo n’Ele fala de misericórdia. N’Ele, nada há que seja desprovido de compaixão» (Misericordiae Vultus, 8).
Sei que nem todos vós podereis vir a Roma, mas o Jubileu é verdadeiramente para todos e será celebrado também nas vossas Igrejas locais. Estais todos convidados para este momento de alegria! Não prepareis apenas as mochilas e os dísticos; preparai sobretudo o vosso coração e a vossa mente. Meditai bem nos desejos que confiareis a Jesus no sacramento da Reconciliação e na Eucaristia, que celebraremos juntos. Quando passardes pela Porta Santa, lembrai-vos de que vos comprometeis a tornar santa a vossa vida, a alimentar-vos do Evangelho e da Eucaristia, que são a Palavra e o Pão da vida, para poderdes construir um mundo mais justo e fraterno.
Que o Senhor abençoe cada um dos vossos passos para a Porta Santa. Sobre vós imploro o Espírito Santo, para que vos guie e ilumine. Que a Virgem Maria, que é Mãe de todos, seja para vós, para as vossas famílias e para todos aqueles que vos ajudam a crescer em bondade e graça, uma verdadeira Porta da Misericórdia.

Vaticano, na solenidade da Epifania do Senhor, 6 de janeiro de 2016.
FRANCISCO