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terça-feira, 26 de novembro de 2019

EMRC "Natal... tempo de memórias e solidariedade"

Estamos a aproximar-nos do Natal. A campanha de solidariedade já está em marcha. Não passes indiferente. Deixa o teu contributo no espaço que lhe está destinado no Pavilhão A.



segunda-feira, 11 de novembro de 2019

Atividades de São Martinho 1º ciclo

O dia de São Martinho foi lembrado, no 1º ciclo,  com o valor da solidariedade.





Dia de São Martinho


Foi em ambiente de são convívio e espírito de solidariedade que se comemorou no Agrupamento o Dia de São Martinho.

















QUEM FOI SÃO MARTINHO?

Origens
Nascido por volta de 316, numa família pagã, Martinho era filho de um oficial do exército romano que atuava na Panónia, atual Hungria. Quando entrou na adolescência, começou a frequentar uma igreja cristã por mera curiosidade, tendo começado a gostar muito do convívio com os cristãos e da doutrina de Cristo – facto que preocupou o seu pai.
Cavaleiro do exército imperial
O pai quis afastá-lo do cristianismo. Por isso, sendo Martinho ainda adolescente, fê-lo ingressar na cavalaria do exército imperial. Mas o plano não deu certo; mesmo sendo da cavalaria, Martinho continuava a frequentar a Igreja e a praticar a caridade.

Encontro com Cristo na França
Perto de completar vinte anos, Martinho foi designado para a cavalaria da Gália, hoje França. Lá, foi abordado por um mendigo que tremia de frio, e que lhe pediu esmola. Não tendo dinheiro no momento, Martinho cortou a capa ao meio e deu metade ao pobre. À noite, Jesus apareceu-lhe num sonho, usando a metade da capa que Martinho tinha dado ao pedinte e agradeceu por ter sido aquecido. Depois disso, Martinho deixou o exército para se dedicar à fé.

Vida de monge
Com vinte e dois anos, Martinho batizou-se. Dedicou-se à oração e à vida solitária, sendo orientado pelo bispo Hilário de Poitiers, que se tornou santo. Mais tarde, este mesmo bispo ordenou-o diácono. Tempos depois, quando o bispo Hilário regressou de um exílio, no ano 360, doou a Martinho um terreno que ficava a doze quilómetros de Poitiers, em Ligugé.

Primeiro mosteiro da França
No terreno que lhe foi dado, o diácono Martinho fundou uma comunidade monástica. Pouco tempo depois, um grande número de jovens queria seguir o mesmo tipo de vida. Por isso, São Martinho construiu ali o primeiro mosteiro em terras francesas e de toda a Europa ocidental.

Monges padres e missionários
Diferentemente do Oriente, os monges do Ocidente podiam ser ordenados sacerdotes e serem missionários no meio do povo. Por isso, São Martinho liderou um movimento de evangelização juntamente com os seus monges. Visitavam aldeias, pregavam a Boa Nova, levavam o povo a abandonar os seus ídolos e construíam igrejas. Se encontrava resistência, construía um mosteiro no local. Ali, os monges evangelizavam através da caridade e do exemplo.

Dons extraordinários
São Martinho recebeu dons místicos, que o auxiliaram na missão evangelizadora. Através da sua oração, vários milagres e curas foram operados para o bem dos doentes e pobres, que não podiam recorrer aos médicos.

Bispo
Quando o bispo de Tours faleceu, em 371, o povo, por unanimidade, aclamou Martinho como o novo bispo. Ele resistiu, mas aceitou. Porém, não deixou a sua peregrinação missionária. Fazia questão de visitar todas as paróquias, zelava cuidadosamente pela liturgia e não desistia de evangelizar os pagãos. Primava pelo exemplo da caridade. Fundou um outro mosteiro, o qual chamou de Marmoutier. E de lá, saiu São Patrício, o grande evangelizador da Irlanda. A sua missão não se limitou a Tours, mas expandiu-se para muito mais longe.
São Martinho exerceu o seu ministério episcopal durante vinte e cinco anos.

Morte
São Martinho faleceu com oitenta e um anos, em Candes, no dia 8 de novembro do ano 397. A sua festa passou a ser celebrada no dia 11, porque este foi o dia do seu sepultamento na cidade de Tours. Passou a ser venerado como são Martinho de Tours. Foi o primeiro santo não-mártir a ser cultuado oficialmente pela Igreja. Além disso, passou a ser um dos mais populares santos de toda a Europa.

LENDA DE SÃO MARTINHO

Diz a lenda que, num dia muito frio e chuvoso, enquanto Martinho passeava a cavalo pelo campo, encontrou um mendigo que lhe estendeu a mão e pediu esmola. O pobre homem tremia de frio, pois as roupas que trazia não eram suficientes para o agasalhar.     Martinho, sem moedas no bolso naquele momento e com pena do mendigo, rasgou a sua capa de cavaleiro ao meio e dividiu-a com o pedinte. Depois deste ato generoso, a chuva parou e o sol começou a brilhar.
Conta a história que o mendigo era Jesus e que a mudança do tempo foi um sinal do Céu, um milagre.
No dia seguinte, Martinho teve uma visão e ouviu uma voz que lhe disse: “Cada vez que fizeres o bem ao mais pequenino dos teus irmãos é a mim que o fazes”. A partir dessa altura, Martinho passou a olhar os cristãos de outra forma, começando a conviver com eles. Mais tarde, converteu-se ao cristianismo e tornou-se um grande santo.   

O dia 11 de novembro é comemorado com o magusto, onde muitos amigos e familiares se juntam para saborear as famosas castanhas assadas e beber água-pé e jeropiga.

A semana destes festejos é chamada de Verão de São Martinho, uma vez que o sol, apesar do frio da época, costuma brilhar e aquecer.


LOCALIDADES DO CONCELHO DE SEIA COM NOME E ORAGO
SÃO MARTINHO

No concelho de Seia existe uma povoação denominada São Martinho, cuja igreja matriz, datando de 1516, tem como orago São Martinho. 

Também a igreja de Paranhos da Beira tem como orago São Martinho.


sexta-feira, 18 de outubro de 2019

Semana Nacional da Educação Cristã 2019

De 20 a 27 de outubro de 2019 


JOVEM, LEVANTA-TE E VAI!

1.  Cristo Ressuscitado é a fonte da nossa esperança

O Santo Padre propôs, recentemente, que o tema de preparação para a Jornada Mundial da Juventude de 2022 seja «Levanta-te e vai». O apelo do Papa Francisco aos jovens para se levantarem e procurarem em Cristo, que vive, o vigor interior e o entusiasmo que, por vezes, nos falta, é também muito oportuno para os educadores da fé cristã, sejam eles os pais e as mães, os catequistas, os professores de Educação Moral e Religiosa Católica e todos aqueles que, na sua circunstância, se dedicam à educação.
Na verdade, tal como todos os complexos processos educativos, também a educação cristã enfrenta desafios sempre novos e, por vezes, passa por experiências de menor fervor e entusiasmo, tanto da parte dos educandos como dos educadores. Ora, os cristãos têm uma fonte segura para levantar o ânimo e para renovar a sua esperança, pois é o próprio Cristo que se levanta, vivo e glorioso, e os acompanha com a força do Espírito Santo. Assim afirma o Papa Francisco, na Exortação Apostólica pós-sinodal, dedicada aos jovens, «Cristo vive»: «Se perdeste o vigor interior, os sonhos, o entusiasmo, a esperança e a generosidade, diante de ti está Jesus, como parou diante do filho morto da viúva, e o Senhor, com todo o seu poder de Ressuscitado, exorta-te: “Jovem, Eu te ordeno: levanta-te!” (Lc 7,14)» (Papa Francisco, Exortação Apostólica pós-sinodal, Cristo vive, 20).
Para propor a beleza das experiências de fé aos nossos contemporâneos não contamos apenas com as nossas capacidades. Na verdade, não trabalhamos por nossa conta, entregues a nós mesmos. Nós colaboramos com a graça de Jesus, que por nós se entregou. O Senhor, pela sua cruz, venceu as seduções do pecado e, pela sua ressurreição, ilumina e transforma o mundo como sol nascente que enche de luz a nossa vida. É realmente o Senhor ressuscitado quem nos ordena: «Levanta-te e vai», ergue o teu coração e a tua mente para o alto, invoca e acolhe a vida nova do Espírito e vai ao encontro dos outros, para lhes levar a luz da fé e a alegria da esperança. Trabalhamos para Ele e com Ele.
Hoje, e cada dia, o Senhor continua a chamar-nos – a todos – a participar da vida nova da Sua ressurreição e a cada um e a cada uma deseja comunicar a força do Espírito Santo para construirmos o reino de Deus que é justiça, paz, amor e alegria. Como lembra o Papa na referida Exortação: «CRISTO VIVE: é Ele a nossa esperança e a mais bela juventude deste mundo! Tudo o que toca torna-se jovem, fica novo, enche-se de vida» (Papa Francisco, Exortação Apostólica pós-sinodal, Cristo vive, 1).
Apoiada no poder do Senhor Ressuscitado e na força da Palavra de Deus, a educação cristã pode, portanto, adquirir frescura, novidade e entusiasmo para avivar a fé, ajudando a fortalecer os alicerces de uma Igreja viva e missionária.

2.  Levanta-te e vai

O encontro com o Senhor transforma todas as situações de escuridão e de morte e faz surgir uma vida nova nas nossas vidas. Ao longo da sua própria existência terrena, Jesus encontrou muitas pessoas caídas e desanimadas, derrotadas pela doença e pela marginalidade, como paralíticos, cegos, enfermos, pessoas já sem vida. Alguns desses encontros foram cuidadosamente registados pelos Evangelistas, como é o caso do cego Bartimeu, parado à beira do caminho  (Mc 10,46-52), do paralítico da piscina de Betsaida (Jo 5,1-18), incapaz de se movimentar. Jesus cruzou-se também com Mateus, agarrado à sua prática de cobrador de impostos (Mt 9,9-17) e, ainda, com o filho da viúva de Naim, atrás referido, que era levado a sepultar (Lc 7,11-17).
Estes dramáticos relatos mostram-nos como o Senhor tem poder sobre a vida e sobre a morte e, quando ordena a alguém para se levantar, é para o libertar plenamente das suas limitações, da sua cegueira, do seu desânimo, numa palavra, da morte. Jesus comunica, assim, uma vida nova e, hoje, para cada um de nós, o encontro com o Senhor Ressuscitado e a adesão ao seu Evangelho é o caminho certo da afirmação da alegria da fé e a oportunidade de reavivar a confiança na força do Espírito Santo. Assim, apoiados na contemplação de Cristo, podemos testemunhar o dom da fé e tocar o coração das crianças, dos adolescentes, dos jovens e dos adultos, com a beleza do Evangelho.
A vida cristã tem realmente beleza e força, porque é encontro e adesão a uma pessoa, Jesus Cristo vivo, que nos convida a ser seus amigos e a segui-lo por um caminho novo que conduz a uma vida plena. «Levanta-te e vai» constitui, além do mais, apelo à conversão a Jesus Cristo, guia e perfeição da nossa fé. (cf. Heb 12,2; Mc 1,15). É, também, o chamamento que o Senhor faz a todos e cada um de nós. Ele motiva-nos a sairmos de nós mesmos, dos nossos ritos e hábitos, dos nossos programas e rotinas, impelindo-nos a ir, sem hesitação nem demora, ao encontro dos que precisam da luz da fé e, com ela, da nossa presença.
Para testemunhar a fé com vigor e entusiasmo, precisamos de cultivar e aprofundar a união com Jesus Cristo. Por isso, a educação cristã precisa de cuidar primeiramente da vitalidade da vida espiritual, acentuando a importância da experiência pessoal da oração, da escuta meditada da palavra de Deus, da celebração festiva e frutuosa da eucaristia, dos momentos de retiro e da solícita caridade. Assim, criamos condições ótimas para perceber que o Senhor nos precede e nos acompanha com a sua graça, atitude indispensável à construção de uma ação educativa da Igreja que signifique alegria e esperança para quantos connosco se cruzam e, sobretudo, dos que se encontram mais distantes e marginalizados, esquecidos.

3.  Convidados à missão

Empenhados nesta nobre tarefa evangelizadora, encontramos, nos últimos anos, sinais de maior atenção e cuidado dos adultos – pais, catequistas e professores – pela educação cristã e humana das novas gerações. Com a sua generosidade, empenho e sempre renovado ardor, procuram dinâmicas novas, cuidam das linguagens, partilham experiências e formam-se continuamente para poderem testemunhar uma atitude missionária na sua vida quotidiana e em toda a sua atividade pastoral e educativa.
«Levanta-te e vai» implica, em conclusão, dois movimentos, complementares. O primeiro deles, consiste em erguermo-nos para a força do alto, invocando e acolhendo o dom de Deus, a graça de Jesus e a luz do Espírito Santo. É o fortalecimento da vida espiritual pela união a Jesus Cristo. O segundo movimento impele-nos a sair ao encontro dos que não descobriram ainda a luz de Cristo, ou dela se afastaram ou, então, esqueceram a alegria da casa de Deus. Há, também aqueles que estão parados, instalados no seu comodismo: todos eles necessitam da nossa ajuda e da nossa colaboração. Esta é a missão a que todos somos chamados – educadores e educandos – enquanto testemunhas da luz, da paz e da alegria.
No seu exemplo amoroso e na proteção de Maria de Nazaré encontra a Igreja o modelo missionário. Maria, de facto, após ter acolhido a mensagem da Anunciação e «ter conhecimento que a sua prima precisava dela, não pensou nos seus próprios projetos, mas dirigiu-se à pressa para a montanha», levando no seu seio Jesus, fonte de alegria e de louvor (cf. CV 43-48; Lc 1,39-45). Neste relato da Visitação de Maria, saibamos reconhecer também a presença educativa da Mãe de Deus nas nossas vidas e, desse modo, assumamos com esperança e alegria a nossa missão, correspondendo ao pedido do Senhor: Levanta-te e vai!
Dia de S. Francisco de Assis
4 de outubro de 2019

sexta-feira, 13 de setembro de 2019

Começar um novo ano… mais uma etapa a percorrer



Começar um novo ano… mais uma etapa a percorrer

Mais um ano letivo se inicia. Desejo um ano tranquilo e repleto de sucessos a toda a comunidade educativa, de modo muito particular aos alunos. 
Enquanto docente de EMRC, procurarei caminhar e colaborar com todos na construção de um ambiente de aprendizagem salutar e propício ao desenvolvimento do projeto de aprendizagem. 
Como é de esperar, uma saudação especial para os alunos inscritos em EMRC e as suas famílias, na certeza de que procurarei compreender e ajudar a crescer cada aluno em particular, respeitando as vivências e a individualidade de cada um, estimulando o querer saber, a partilha e a solidariedade entre todos, em ordem ao almejado sucesso. 
Como nos é específico na nossa área curricular de EMRC, mais do que “debitar” conhecimento, continuaremos a trabalhar no sentido de que, pela proximidade, descoberta, e acima de tudo pela interação e boa relação humana, os alunos cresçam como pessoas, com valores humanos que os ajudem a crescer autónoma e responsavelmente, a melhor tomar decisões e a fazer as suas opções de vida. No momento em que todos nos mentalizarmos que esta dimensão é imprescindível, o aluno estará desperto para todas as outras aprendizagens significativas para a vida. 
É certo que o crescimento e o sucesso requerem dedicação e trabalho, e haverá constrangimentos, mas acredito que quando há querer e força de vontade as dificuldades e constrangimentos serão ultrapassados e, no final, a recompensa virá. Este sucesso está na resiliência e na força e vontade de continuar. Enquanto docente, com todos tenho e vou aprendendo a ser melhor professora e com todos me vou motivando a procurar desempenhar da melhor maneira possível as minhas tarefas, a cumprir a minha missão. 
Sendo a EMRC uma disciplina de oferta obrigatória e de escolha facultativa, com plena consciência dos entraves e constrangimentos com que, em cada ano, nos deparamos, a todos vós que prescindistes de um tempo de brincadeira, de ir uma hora mais cedo para casa, ou de um tempo tantas vezes passado de forma pouco profícua, para estar nesta aula, lembro e deixo-vos em jeito de nobre desafio que não desiludais quem conta connosco para ajudar a construir uma escola, uma sociedade, um mundo melhor, mais fraterno. Participai naqueles que são os grandes e atuais desafios: criar pessoas competentes, ativas e interventivas de modo a dar respostas aos problemas que a todos dizem respeito, quer na escola, quer na comunidade, quer mesmo na igreja. Este é, pois, o alicerce de muitas conquistas. Serão também as vossas conquistas! Não podemos viver alheios ou indiferentes, pensando que as realidades que vivemos nada têm a ver connosco. Se falo uma linguagem ditada pela minha experiência humana e religiosa, não posso deixar de exprimir sentimentos de reconhecimento aos que motivados pelos grandes valores do respeito e solidariedade não têm vergonha de afirmar que a nossa matriz cultural enraíza em valores que queremos ver realçados e que urge realçar se queremos transformar o estado de coisas a que assistimos. Às vezes, interrogo-me: será que vamos a dormir na barca?!... Mas são estas vozes, diria ousadas, que nos encorajam a não baixar os braços e a confiar, porque a semente é lançada. 
Começar um novo ano é mais uma aventura; traz-nos sempre expectativas, desafios, anseios e ambições. Estimados alunos, sem esforço e sacrifício nada se consegue; convosco também quero continuar a fazer caminho todos os dias, na esperança de que os vossos pais e encarregados de educação, que também desejam o vosso bem-estar e sucesso pessoal e académico, serão uma peça chave no percurso que juntos vamos percorrer. Há sonhos e anseios que só serão concretizáveis se estivermos conectados uns com os outros. Conto com todos e com todos desejo colaborar! Os tempos que vivemos desafiam-nos a construir novas pontes de aprendizagem. Que num ambiente de cooperação efetiva sejamos capazes de dar respostas aos desafios que a todos se nos vão colocando. 
Que seja realmente um ano de sucessos! 
                                                A professora de EMRC, 

                                                               Isabel Almeida

sexta-feira, 7 de junho de 2019

Matrícula na aula de EMRC

Aos pais e encarregados de educação e seus educandos no Ensino Básico e Secundário

Decorrem já as matrículas para o novo ano escolar, que todos desejamos seja de verdadeiro crescimento para as nossa crianças, adolescentes e jovens, nas suas escolas.
Em todos os programas do Ensino Básico e Secundário, desde o primeiro ano, a lei prevê a oferta obrigatória da disciplina curricular de Educação Moral e Religiosa Católica (EMRC).
Pretende esta oferta proporcionar aos educandos, desde o primeiro ano do Ensino Básico, um desenvolvimento no qual os valores morais e religiosos acompanhem e iluminem os diferentes saberes que são propostos na escola e também ajudar as nossas crianças, adolescentes e jovens a abrirem o seu entendimento para as dimensões mais belas da vida.
Felizmente, pela Escola passam muitos saberes, que naturalmente enriquecem os alunos e lhes dão competências necessárias para o bom desempenho das variadas tarefas que têm de cumprir.
Mas há um saber maior, que pretende conjugar todos os outros saberes e colocá-los ao serviço do bem completo de todas e cada uma das pessoas. As aulas Educação Moral e Religiosa Católica pretendem cultivar este saber, acompa­nhando os alunos e abrindo-lhes caminhos de vida verdadei­ra­mente feliz.
Esta é a hora de lembrar aos pais e encarregados de educação, como também aos próprios alunos, que vale a pena gastar tempo e fazer esforço para descobrir e abraçar com entusiasmo as dimensões moral e religiosa da vida e que sem elas a componente verdadeiramente humana do ensino fica incompleta.
Lembramos, por isso, o exercício da responsabilidade pessoal no momento da matrícula, onde se propõe a escolha desta disciplina curricular.
Vale a pena escolher.

Guarda, 5.6.2019
+Manuel R. Felício, Bispo da Guarda