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terça-feira, 15 de maio de 2018

DIA DA FAMÍLIA

Neste dia dedicado à família, deixamos alguns "flashes" de alunos do 5ºano, expressos aquando da abordagem do tema "Família, comunidade de amor".


Há muitos anos, entendiam por família todas as pessoas que viviam na mesma casa. Mais tarde, passou a ganhar outro sentido, referindo-se a pessoas com o mesmo laço de sangue. Hoje é ainda mais diferente o conceito.
A família deve ser um ambiente onde todos se sintam em segurança, sejam amados e aprendam a amar. É sobretudo dentro da família que se desenvolvem relações de amor. A família é a maior riqueza de cada pessoa, um tesouro de incalculável valor.
É fundamental que numa família haja harmonia entre todos, que exista respeito uns pelos outros.
A missão da família é educar, transmitir amor, carinho, segurança uns aos outros, mas principalmente aos mais novos.
A família é das coisas mais importantes da minha… da nossa vida.

Laura Rodrigues, 5º A


A família transmite-nos segurança, pois sabemos que com a família estamos bem e não temos de nos preocupar, pois ela protege-nos. (Sofia Abrantes, 5º B)

A Família é a coisa mais especial e importante que temos. (Letícia Almeida, 5º A)

É com a família que nos identificamos e nela encontramos as condições próprias para a vida. Nós partilhamos com a nossa família os nossos sucessos e são eles que nos acolhem nos momentos mais difíceis. (Maria João Campos, 5º A)

A família torna-se mais humanizadora quanto mais for capaz de amar. (Sebastião Simões, 5º D)

Todas as pessoas precisam de uma família, pois são pessoas que nos dão carinho, amor, confiança. São eles que nos alimentam, nos dão abrigo e fazem tudo para nos sentirmos bem. (António Barbas, 5º B)

Ser solidário com os outros deve começar em casa, pois é aqui que se aprende a admirar a vida de cada um. (Bernardo Araújo, 5º D)

A família ajuda-nos a ser nós mesmos. (Rodrigo Clara, 5º C)

Na família, quando estamos juntos, sentimos muito calor. (Leonardo Vaz, 5º A)

Sabemos que nem tudo nas famílias é perfeito, mas é possível ultrapassar as divergências, bastando para isso ser capaz de compreender, ser tolerante, saber perdoar. (Maria João Ferreira, 5º D)

É incrível a forma como a família gosta de nós e nos apoia incondicionalmente. (Bruna Oliveira, 5º B)

O valor da família está em tantas das coisas que eles fazem para nós! Mas nós também agradecemos e fazemos muita coisa para eles, porque nos deram a vida e nos ajudam todos os dias. (Ângelo Seabra, 5º A)

É importante a interação entre a família e a escola. (Tatiana Pinheiro, 5º D)

A família e a escola são os principais agentes de socialização da criança. (Ana Maria Costa, 5º C)

segunda-feira, 7 de maio de 2018

VISITA DE ESTUDO DE EMRC A AVEIRO

No dia 4 de maio de 2018, um grupo de alunos de EMRC do 8º e do 9º ano fez uma visita de estudo à cidade de Aveiro.
Quando chegámos ao largo da Sé fomos recebidos por Sua Excelência Reverendíssima D. António Moiteiro, o bispo de Aveiro, que nos dirigiu palavras de boas-vindas e que nos acompanhou nas visitas que fizemos a alguns espaços do belo património da cidade.
Começámos a visita com entrada no museu Santa Joana, onde pudemos apreciar o túmulo, de estilo barroco, com finíssimos embutidos de mármores italianos de diversas cores, e conhecer um pouco da vida da princesa Joana (1452-1490), filha do rei D. Afonso V e da rainha D. Isabel, que deixou Lisboa e a Corte aos 23 anos para se dedicar a uma vida religiosa de clausura no Mosteiro de Jesus das dominicanas, em Aveiro, onde esteve até à sua morte. Depois de deixarmos o coro baixo onde se encontra o túmulo, D. António Moiteiro levou-nos a conhecer o interior da igreja do mosteiro de Jesus, cuja capela-mor é lindíssima, pelo notável trabalho de talha dourada, de finais do séc. XVI, e que faz lembrar uma obra de ourivesaria. Além da talha dourada, realçou os azulejos e as pinturas alusivas à vida de Santa Joana.
Visitámos o claustro, onde pudemos ver uma cisterna com um lindo chafariz. À volta do claustro podem ver-se ainda outras capelas mais pequenas com retábulos e azulejos.
Depois de apreciarmos tanta beleza, subimos até ao coro alto, onde tivemos oportunidade de ver um Cristo crucificado invulgar, pois em qualquer lado que nos coloquemos, o seu olhar está sempre centrado em nós. Aqui encontrámos ainda outros elementos magníficos.
Dentro do espaço do museu ainda visitámos algumas salas, nomeadamente o quarto/ sala onde morreu a princesa Joana e uma exposição temporária alusiva aos bispos da Diocese de Aveiro. Aqui alguns alunos foram fazendo algumas perguntas para satisfazerem as suas curiosidades, nomeadamente as relativas às insígnias episcopais, aos paramentos e outras alfaias litúrgicas usadas.
Terminada a visita ao mosteiro de Jesus, fomos à Sé, também conhecida como Igreja do convento de São Domingos. À entrada, foi feita uma breve alusão à fachada, sobressaindo o brasão da Ordem Dominicana, e ainda as figuras da Fé, Esperança e Caridade. Já no interior, embora sendo um espaço simples, não deixa de ter a sua beleza, sobretudo o retábulo-mor.
Sem grande cansaço, atravessámos o parque e rumámos até à Igreja de São Francisco, onde não deixámos de nos deslumbrar com a beleza da Igreja, da sacristia e das salas museu, com imagens em tamanhos muito reais.
Chegados à hora do almoço, pois já havia apetite, dirigimo-nos, sempre chamando a nossa atenção para determinados espaços e pormenores, como a arte nova, até ao Fórum, onde todos satisfizemos o apetite, inclusive o Senhor Bispo, que também nos acompanhou. Até às 14 horas tivemos tempo para desfrutar do espaço Fórum.
Chegados à hora marcada, depois do grupo reunido, e de termos agradecido a D. António Moiteiro pela amabilidade e proximidade com que nos recebeu e acompanhou, dirigimo-nos para o canal onde tínhamos que apanhar o moliceiro para continuarmos a nossa visita, mas agora pela ria. Divididos por dois barcos, foram 45 minutos muito agradáveis de conhecimento de outros lugares e em alegre convívio, pois quer o mestre do moliceiro quer o guia foram pessoas muito divertidas.
Terminada a última etapa da visita, foi o momento de comprar as últimas lembranças, inclusive os típicos ovos-moles. Sem apresentarmos ar de cansaço, caminhámos novamente até ao largo de Santa Joana, onde o autocarro nos apanhou para regressarmos a Seia.
Foi uma visita de estudo enriquecedora em conhecimentos e agradável pelo companheirismo e o bom comportamento. 
Agradecemos à nossa professora de EMRC, Isabel Almeida, por nos ter proporcionado esta visita, às professoras Conceição Simões e Fernanda Batista que nos acompanharam, e ainda ao Senhor Bispo de Aveiro, pelo acompanhamento e pelas explicações que nos deu sobre os lugares que visitámos.


                                                                          Alunos participantes


MUSEU DE SANTA JOANA/ MOSTEIRO DE JESUS










CATEDRAL



IGREJA DE SÃO FRANCISCO



FORUM

VISITA NO MOLICEIRO








domingo, 6 de maio de 2018

DIA DA MÃE

Hoje, DIA DA MÃE, uma palavra de reconhecimento e agradecimento a todas as mães.



sexta-feira, 27 de abril de 2018

VISITA DE ESTUDO DE EMRC A BRAGA E BARCELOS

No dia 20 de abril de 2018, realizou-se, com 38 alunos do 7º ano, uma visita de estudo a Braga e Barcelos, dinamizada pela nossa professora de EMRC, professora Isabel Almeida. Também nos acompanharam três professores: Maria de Jesus, Fernanda Batista e Vítor Almeida.
Saímos da nossa escola, por volta das 7h 15m, em direção a Braga. Já tínhamos feito um longo percurso de autocarro, quando fizemos uma pequena paragem de descanso, na área de Serviço de Antuã.
Continuámos a nossa viagem …
Depois de uma longa viagem, chegámos finalmente a Braga – Mosteiro de São Martinho de Tibães, ou simplesmente Mire de Tibães.
Visitámos o mosteiro, acompanhados por um guia que nos explicou o historial. Ficámos a saber, entre muitos aspetos, a diferença entre 'mosteiro' e 'convento'.
Depois de visitarmos alguns espaços interiores, chegou uma altura em que visitámos a Igreja, parte principal deste mosteiro e que ainda está ao serviço da paróquia. É uma igreja muito bonita, onde sobressai a imponente talha dourada, e nela pudemos observar o espaço destinado à Adoração de Jesus Cristo na Sagrada Custódia.
Cantar e rezar era, segundo a Constituição Beneditina, o principal ato para que Deus elegesse os monges para a vida religiosa. Faziam-no em oito ofícios divinos que acompanhavam a divisão das horas romanas, que aconteciam de três em três horas, começando com as 'matinas' e acabando com as 'completas'.
Observámos o órgão de tubos que abrilhantava as celebrações dessa época e os púlpitos. Também subimos ao coro alto, para ver os cadeirais com 'as misericórdias' e o livro antigo que os monges usavam para a entoação dos salmos.
Vimos também em pormenor a Sala do Capitulo, local onde se reuniam os monges e, de três em três anos, se elegia o abade.
No 3º dia do mês de maio, celebravam a Festa de Santa Cruz.
O claustro do mosteiro funcionava como cemitério dos monges. Atualmente, é um espaço ajardinado, convidativo ao silêncio e à meditação.
Exteriormente, visitámos a cerca do mosteiro, onde apreciámos o jardim, com um pequeno lago para armazenar água.
Na cerca existiam também as terras de cultivo e os abrigos para a criação de animais.
Terminada a visita ao Mosteiro, os alunos e professores interessados compraram uma recordação do mosteiro.

Seguimos até Barcelos, onde almoçámos.
Terminado o almoço e depois de um passeio a pé, fomos visitar a Igreja do Bom Jesus da Cruz, que foi construída em 1705 e inaugura da em 1710. É um templo que merece uma visita.
Seguidamente, em grupos de cinco, fomos passear pela zona da Igreja, pelas lojas, para comprarmos as recordações.
Regressámos a casa felizes e contentes!!!
Esta viagem foi muito interessante e divertida. Esperamos voltar a ter assim outra viagem.
                                                                                           
                                                                                          Afonso Maria Cardoso, 7º C


MOSTEIRO DE SÃO MARTINHO DE TIBÃES







BARCELOS




sábado, 7 de abril de 2018

OS JOVENS E A VOCAÇÃO


Integrado nas XI Jornadas do Conhecimento em Seia,  realiza-se na nossa escola, no dia 10 de abril, próxima terça-feira, às 15:50 h, na sala B1, um ateliê subordinado ao tema "Os jovens e a vocação".

Estarão connosco para dar o seu testemunho, o Pe. Rafael Neves, coordenador da pastoral juvenil da diocese da Guarda e a Eng. Cristina Sousa, professora e vereadora.

PODES VIR E PARTICIPAR!

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Temos de nos congratular com a presença do senhor Diretor do Agrupamento, que deu as boas-vindas aos palestrantes, a presença significativa dos alunos, e ainda do Dr. Paulo Caetano.

O nosso reconhecimento e gratidão, senhor Padre Rafael Neves e senhora vereadora engenheira Cristina Sousa, pelo precioso testemunho que deram, enquanto pessoas e vocacionados, para todos nós.






sexta-feira, 23 de março de 2018

XXI ENCONTRO INTERESCOLAS EMRC Guarda

Realizou-se ontem, dia 22 de março de 2018, com um dia cheio de sol, o nosso XXI Encontro Diocesano Interescolas de EMRC.
Para começar o dia, deslocámo-nos até à cidade da Guarda, acompanhados da nossa professora Isabel Almeida e do professor de EVT, Vitor Almeida.
Quando chegámos ao largo da Sé, já havia um grande grupo de alunos e professores, muita música e animação. 
Quando fizeram a chamada das escolas, os vinte e três alunos do 5º ano que nos inscrevemos para participar neste Encontro respondemos à chamada com muito entusiasmo. 
Depois da chamada, o Senhor Bispo D. Manuel Felício saudou-nos a todos. Elogiou o facto de fazermos parte da "família" da EMRC e disse que, com a ajuda dos professores, espera que façamos uma escola, um mundo melhor.
A tela que oferecemos a Instituição
Logo a seguir, passou-se à entrega de algumas telas pintadas alusivas ao tema do Encontro a representantes de instituições de solidariedade e outras. O representante da  instituição que nos coube em sorte não esteve presente, mas sabemos que foi para uma instituição polivalente de crianças e outros utentes. A nossa professora explicou a simbologia da nossa tela e as três palavras chave da mensagem que a acompanhava: partilha, amor e esperança. Disse que se queremos fazer um mundo onde reine o amor, temos de aprender a partilhar e que as crianças, adolescentes e jovens são a grande esperança, pelo que a EMRC conta com todos para que este milagre aconteça.
Antes de nos deslocarmos para o lugar onde iam decorrer as atividades da tarde, fizemos uma coreografia ao som de música e formámos um grande coração humano à volta de um coração humano mais pequeno. Foi neste momento que todos nos sentimos mais unidos! Todos demos as mãos uns aos outros.
A caminhada pelas ruas do centro da Guarda até ao estádio Municipal, vigiada por polícias de segurança, foi bastante animada. Mal chegou o autocarro com as mochilas onde levámos o farnel, como o apetite já era muito, almoçámos muito rapidamente, pois dentro do campo já estavam os materiais para os jogos radicais e tradicionais à nossa espera. Foi uma grande animação! Até os mais tímidos se envolveram nas atividades. Também houve um palco de talentos, onde  alguns alunos e alunas mostraram os seus dotes musicais e de dança. Não faltaram as pinturas faciais. 
Todos nos comportámos bem e chegámos a casa felizes. Afinal, vale a pena fazer parte dos que estão inscritos em EMRC! Para o próximo ano, queremos repetir a experiência.

Alunos  participantes no Encontro