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sábado, 6 de maio de 2017

XX Encontro Interescolas da diocese da Guarda




No dia 2 de maio, alguns alunos de EMRC  do 5º ano deslocámo-nos ao Parque da Senhora dos Verdes - Gouveia, para participar no XX Encontro Interescolas da diocese da Guarda.
Nós fomos os primeiros a chegar e por isso ainda tivemos tempo para conhecer o espaço.
Logo que chegou a maioria das escolas, começámos a apresentar-nos com a ajuda de música. O Senhor Bispo D. Manuel Felício veio saudar-nos com muita alegria e pediu para também nós sermos pegadas, construindo pontes de encontro uns com os outros e para sermos construtores de paz. Marcámos a nossa presença com uma pegada pintada de verde, sinal de esperança, que dizia "ENCONTRO-TE sentindo-me um com os outros nos caminhos da vida". O Senhor Bispo gostou tanto da nossa mensagem que pediu para ser lida em voz alta por um aluno. Foi o Bernardo do  5º A que leu. Logo depois, fomos colocá-la no estendal, juntamente com todas as outras pegadas que as outras escolas também levaram.
Foi muito interessante a figura humana que fizemos para escrever a palavra ENCONTRO-TE. O nosso grupo fez a primeira letra N da palavra. Aguardamos com ansiedade para ver a fotografia tirada via aérea.
Depois da apresentação das escolas participantes, explicaram-nos que se seguia um jogo de pista, em grupo de 15 elementos, mas tínhamos que completar todas as tarefas para participar nos jogos radicais, e com o respetivo carimbo no passaporte. Além dos jogos simples e radicais, havia ateliers de balões, pinturas faciais, selfies...
Já com algumas atividades realizadas entre muita animação, chegou a hora do almoço. Foi um almoço muito agradável, pois estávamos todos juntos a partilhar e a conversar.
Durante a tarde, continuámos a fazer atividades até chegar a hora da parte final. 
No final, todos foram chamados para o espaço perto do palco, onde houve um espetáculo de dança com a participação dos professores e a escrita de uma palavra à nossa escolha numa flor, que depois foram recolhidas. Mesmo a terminar, houve o lançamento de três pombas como símbolo da paz e foi distribuído um pin e uma pulseira a todos os participantes.
Foi um encontro muito agradável, pois convivemos em harmonia.

Simão Mendes, 5º C







quarta-feira, 12 de abril de 2017

TRADIÇÕES DA PÁSCOA

Com o Domingo de Ramos, os cristãos dão início à Semana Santa.
A entrada de Jesus em Jerusalém é vivida por pequenos e grandes nas nossas comunidades. O ramo de loureiro, oliveira, ou a palma… simples ou enfeitada com flores ou guloseimas, no caso das crianças, serve para, simbolicamente, aclamar Aquele que vai entrar na paixão, morte e ressurreição.
A Semana Santa, também chamada Semana Maior, é muito rica em tradições: amenta das almas, via-sacra, lava-pés, procissão do enterro do Senhor, entre outras.
No sábado reina o silêncio.
O Domingo de Páscoa é o dia da Ressurreição. Logo de manhã, os sinos tocam a anunciar: Aleluia! Aleluia! A procissão da ressurreição ainda é muito participada. À tarde, em muitas aldeias ainda vai pelas casas o padre, os acólitos ou outras pessoas influentes na paróquia, para dar a cruz a beijar.
Para festejar, neste dia as famílias visitam-se, juntam-se para almoçar e conviver.

(EMRC 6º C)

domingo, 19 de março de 2017

Dia do Pai - Dia de São José

Que cada um de nós, filhos, saiba compreender e retribuir o que por meio deles recebemos.



terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

SÃO VALENTIM, DIA DO AMOR E DA AMIZADE

Hoje, dia 14 de fevereiro, festeja-se o dia de São Valentim. Mas quem foi São Valentim? 
Valentim pertenceu ao exército romano. A sua vocação religiosa levou-o a ordenar-se como sacerdote cristão. Em meados do séc. III d.C. recusou abdicar da fé cristã que professava, desafiando as ordens do imperador romano Cláudio II.
Diz-se que Cláudio II não só perseguira os cristãos como proibira os casamentos, para assim obter mais soldados para as suas frentes de batalha. Valentim teria violado este decreto imperial ao celebrar, em sigilo, um casamento entre uma jovem cristã e um pagão legionário. Logo que foi descoberto, Cláudio mandou-o para a prisão dum magistrado romano, cuja filha era cega. Quando chegou à prisão, o magistrado pôs à prova a fé de Valentim, dizendo-lhe que se a sua religião era verdadeira, e se o seu Deus era o único e verdadeiro, que curasse a sua filha. Valentim aproximou-se da rapariga e beijou-a nos olhos. Para surpresa de todos, a rapariga olhou para Valentim e também o beijou carinhosamente. Toda a família do magistrado se converteu ao cristianismo. Por sua vez, o imperador Cláudio enfureceu-se e mandou apedrejar e decapitar Valentim – o que aconteceu a 14 de fevereiro de 269 d.C.
Apesar de continuar a ser celebrado em algumas paróquias, a festa de São Valentim foi removida do calendário litúrgico em 1969, numa decisão de reformar as festas dos santos que tiveram origem em lendas.
Que este dia não seja apenas um dia de fantasia, mas que sirva para multiplicar o amor e sedimentar a amizade entre todos os que anseiam e vivem para amar e ser amados, lembrados de que o amor verdadeiro coloca desafios e exige renúncias.

Só com amor, perseverança e entrega é que a vida de cada um de nós ganha realmente sentido e podemos contribuir para a realização plena dos outros.