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sexta-feira, 19 de março de 2021

FELIZ DIA DO PAI!

Neste dia 19 de março, DIA DO PAI, e também DIA DE SÃO JOSÉ, uma palavra de reconhecimento e agradecimento a todos os pais pelo dom da vida e tudo o que fazem em prol do bem dos filhos.

Protetor
Amigo
Incansável


segunda-feira, 8 de março de 2021

sexta-feira, 1 de janeiro de 2021

Um Feliz 2021!

 Que o amor seja a marca mais profunda em tudo o que for planeado, realizado e vivenciado no novo ano 2021!



terça-feira, 17 de novembro de 2020

Recriar o Presépio


Sempre que o mês de dezembro se aproxima a ambientação natalícia começa a pairar. A imaginação e a criatividade começam a refletir-se na recriação dos presépios com vista à exposição que acaba por dar brilho aos enfeites da época espalhados por toda a escola.
Este ano a professora Maria João Rocha, de Matemática, trabalhou em articulação com a EMRC na turma do 5ºA, com a criação de presépios a partir de figuras geométricas.
Devido às contingências da pandemia os trabalhos foram individuais, seria impossível mostrá-los a todos, pelo que fica uma representação e os parabéns a todos os que recriaram o presépio para a exposição.




 


















quarta-feira, 11 de novembro de 2020

Dia de São Martinho

 Hoje é dia de São Martinho. Devemos lembrá-lo como o santo da solidariedade. Que ele seja exemplo de partilha para todos nós. 

Atendendo ao momento de pandemia que vivemos, assistimos a muitos tipos de pobreza. Que o pobre com quem partilhou a sua capa sejam todos aqueles que necessitam de cuidados de saúde, de alimento, agasalho, uma palavra de consolo...


segunda-feira, 19 de outubro de 2020

Semana da Educação Cristã

 18 a 25 de outubro de 2020

Fortalecer e apoiar a Família, Igreja Doméstica


No início de um novo ano pastoral e escolar, a Comissão Episcopal da Educação Cristã e Doutrina da Fé dirige a todos os obreiros da educação cristã uma mensagem de apreço e incentivo pela dedicação e coragem com que abraçam este desafio em tempos de incerteza e de dificuldades variadas. Invoquemos a graça do Senhor Jesus e a luz do Espírito Santo para encontrarmos caminhos novos para a situação presente.

1. Agarrar-se ao essencial


Este tempo de pandemia veio trazer-nos a experiência do distanciamento de forma surpreendente e inusitada; uma paragem no ritmo acelerado dos afazeres e no suceder de (pre)ocupações. Uma experiência que reduziu ou empobreceu muitas dimensões da vida humana de grande significado e riqueza, como o convívio social, as assembleias religiosas, a alegria das festas, o buliço das crianças. Provocou uma “nova normalidade” com repercussões na transmissão da fé e na sua vivência. Ajudou-nos a prestar atenção ao interior de nós mesmos, a cultivar a espiritualidade, a apreciar as realidades simples e quotidianas como a beleza do universo, a amizade, a comunicação com os outros, com a natureza criada e com a vida. Desafiou-nos a descobrir e a ter tempo para o essencial. Em muitos casos impulsionou para um olhar e um cuidado generoso e criativo no serviço aos mais frágeis e desprotegidos. Por outro lado, houve uma valorização das redes sociais como espaço fecundo de contacto interpessoal, possibilitando reduzir o distanciamento, transmitir o afeto, apoiar a educação, mitigar a solidão. Fizemo-nos próximos, reinventámos e ampliámos possibilidades de propostas de formação cristã, de oração e de celebração. Permanece a imagem do Papa Francisco, só, na imensa praça de São Pedro, testemunho e convite a caminharmos com coragem e esperança em Deus.

2. A família, um bem essencial

Foi um tempo que veio, mais uma vez, evidenciar a importância fundamental da família na transmissão da vida e dos valores humanos e cristãos, assim como da sua função insubstituível na construção de laços, na educação dos afetos, no acolhimento mútuo. Ela foi o refúgio e o apoio das pessoas ameaçadas por este flagelo.
Dioceses, paróquias e escolas procuraram sensibilizar e apoiar as famílias a viver a liturgia e a oração quotidianas e a intensificar a sua participação na educação formal dos filhos. Deste modo, a Igreja prestou maior atenção e colaboração à família, “Igreja Doméstica”. Não apenas para a ensinar, mas também para aprender com ela a exercer a missão eclesial de “hospital de campanha”, acolhendo a Cristo e aos irmãos na nossa vida de todos os dias.

3. A família cristã no “novo normal”

A nova normalidade, criada pela pandemia, pede-nos para olhar e preparar um futuro diferente e redescobrir nesse horizonte o lugar fundamental da família.
Na verdade, o individualismo e a descrença da cultura moderna penetraram também nas famílias e ameaçam a sua unidade, harmonia, estabilidade. Esta situação desafia-nos a cultivar mais profundamente a espiritualidade pessoal, em família e em pequenos grupos, na linha da promessa de Jesus: “onde estão dois ou três reunidos em meu nome aí estou Eu no meio deles” (Mt 18, 20).
Fortalecer a família como lugar eclesial da presença de Deus onde se vive, celebra e transmite a fé é um caminho a percorrer hoje. Assim pensa também o sacerdote e teólogo jesuíta, Miguel Yañez: “Creio que a crise da pandemia nos dá a oportunidade de voltar a pensar no protagonismo dos leigos, na função primordial da família na vivência e na transmissão da fé, portanto da sua função sacerdotal, que não se reduz ao litúrgico mas abarca toda a ação solidária que estão a realizar e sobretudo a contemplar na família o modelo da Igreja na sua capacidade de compreensão, de diálogo, de mútuo apoio e de integração”.
Entre nós, a Catequese, a Educação Moral e Religiosa Católica (EMRC) e a Escola Católica têm prestado atenção e cuidado à família, na sua missão evangelizadora, com propostas válidas para apoiar a sua missão educativa. Perante as circunstâncias presentes, e abertos à luz do Espírito, torna-se imperioso aprofundá-las e abrir caminhos para o futuro.

4. Caminhos a percorrer

Tendo presente o percurso já realizado, indicamos algumas propostas para fortalecer a família como Igreja Doméstica. As comunidades cristãs e realidades educativas acompanhadas pelos Secretariados Diocesanos procurarão concretizar e partilhar.

1. Escutar as famílias, as suas sugestões, descobrir as suas dificuldades e êxitos alcançados, deverá ser uma pedagogia constante nas reuniões e encontros. Para se tornar prática e enriquecedora, essa escuta precisa de ser programada e apoiada em questões concretas. O momento de escuta prepara e desperta interesse para o momento de proposta.

2. Outra preocupação de fundo no apoio à família é a sinodalidade. Pede-se que os educadores cristãos cultivem uma relação cordial, de proximidade e de abertura uns com os outros, com a comunidade, com a família e com as Instituições educativas e chamem mesmo novos colaboradores. Na dinâmica sinodal a proximidade vivida no pequeno grupo e nos movimentos constitui uma preciosa oportunidade no aprofundamento da fé, no apoio e no estímulo mútuos, em vista ao encontro pessoal e comunitário com o Deus da Vida.

3. Outra proposta a ter sempre presente é a necessidade de consciencializar as famílias de que estamos a viver uma mudança de época e, portanto, precisamos de descobrir em conjunto caminhos novos para preparar o futuro. Não é com um regresso ao passado, como alguns sonham, mas com um discernimento lúcido dos sinais dos tempos e com a colaboração esclarecida de todos que podemos promover a formação humana e cristã nas diferentes realidades educativas. Para descobrir caminhos novos são importantes testemunhos concretos vividos e apresentados por famílias.

4. A dimensão espiritual ou mística precisa de estar sempre presente nos momentos de encontro familiar e nas reuniões de formação dos pais. A preparação dos pais para as festas da catequese deverá privilegiar esta dimensão, através de um retiro, ou de exercícios espirituais adequados (por exemplo lectio divina para preparar a festa da entrega da Palavra). Não podemos cansar-nos de recomendar também a oração em família e oferecer elementos adequados colhidos na Sagrada Escritura ou na piedade popular.

5. Proporcionar às comunidades e às famílias subsídios digitais de qualidade, práticos e acessíveis para a educação cristã. Dialogar com as famílias a possibilidade de alternar a catequese presencial na paróquia com a formação em família sem esquecer a necessidade da sistematização da formação que identifica a catequese.

As experiências vividas nestes últimos tempos despertaram inúmeras famílias para a dimensão espiritual da vida e motivou para um maior envolvimento na educação religiosa dos filhos, realçando a dimensão vivencial e não tanto a doutrinal. É um princípio que pode e deve ser desenvolvido por um acompanhamento mais próximo das famílias por parte das comunidades. É um desafio de ser Igreja e o desejo de construir um mundo fraterno e belo.

Dia de Santa Teresa do Menino Jesus, doutora da Igreja.
Lisboa, 1 de outubro de 2020

quinta-feira, 17 de setembro de 2020

De regresso à escola, felizmente, juntos!

Estamos a iniciar mais um novo ano letivo, um ano atípico. A todos saúdo com o desejo de um bom ano cheio de sucessos, com uma saudação especial e palavra de reconhecimento para todos os alunos que perante a opção pela disciplina de EMRC disseram SIM
Este mesmo cumprimento endereço a todos os pais e encarregados de educação.

Depois de um longo período de aulas à distância, é possível voltarmos à escola e começar o ano letivo 2020-2021 de modo presencial. Mas com a continuidade da Pandemia afiguram-se preocupações, receios e desafios. Conscientes das dificuldades, sem medos, mas confiantes, queremos continuar a responder a esta necessidade de relação que nos faz sentir mais humanos, mais felizes. Certamente que com o confinamento que experimentámos fizemos novas aprendizagens, mais nos convencemos que ninguém vive sozinho, vivemos com outros e através dos outros. É isto mesmo que a EMRC vai continuar a desenvolver: procurar estimular nos alunos o desenvolvimento de competências pessoais e sociais que alicercem bem-estar, êxito e impacto. De modo confiante, solidário e cooperante procuraremos explorar novos caminhos e conhecer e partilhar novas ideias. 
Queremos o bem-estar integral de todos, pelo que é necessário cumprir as medidas de segurança necessárias. Urge saber estar nos diferentes espaços da escola, porque mais do que regras comportamentais são questões de saúde pública. Só consciencializando-nos do momento que vivemos e cumprindo o que a todos nos é pedido, estaremos a cuidar de nós e dos outros, a contribuir para uma escola, uma sociedade e um mundo melhor, onde todos se sintam pessoas felizes. 
De forma responsável, confiante e ativa, vamos enfrentar os desafios. Estamos e contamos contigo! 

Prof. Isabel Almeida